Crescimento leva mobile a ganhar aplicativos adaptados

por agência Riot | Publicado em por

Na era da internet, cada vez mais presente em nossas vidas, o mercado mobile chama atenção pelo seu crescimento. Já é muito comum ver pessoas utilizando smartphones, conectados e interagindo em diversos locais. A era móvel faz que empresas busquem adaptar-se a fim de oferecer uma boa experiência ao usuário.

Além da interatividade social, com aplicativos de mídias sociais como Twitter e Facebook, o público tem em mãos programas criados especialmente para os smartphones. Seja uma versão adaptada ou uma criação exclusiva, esses programas agilizam a comunicação entre empresa e usuário. Atualmente, é possível conversar, jogar, expor e até mesmo fazer compras via celular.

O chamado mobile commerce vive um grande momento. Muitas marcas já possuem aplicativos que permitem a compra de produtos pelo smartphone. O brasileiro, cada vez mais conectado, tem utilizado o serviço com frequência. Segundo o site de pesquisas Think With Google, 69% dos donos de smartphones compraram seu primeiro aparelho em 2012, e 31% deles disseram que compraram algo de forma mobile. A frequência também é interessante:

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45% compram mensalmente, 34% com frequência de menos de um mês, 13% semanalmente e 8% diariamente.

Viver o mobile é preciso

Para estar presentes nesse mundo móvel, as marcas precisam buscar conhecimentos atuais. Com o apoio de uma empresa de marketing digital, novos planos podem ser traçados e aplicativos devem ser desenvolvidos para agregar e colocar essa empresa na área mobile. Essas aplicações podem ser montadas de duas maneiras:

App nativo – aplicativo desenvolvido da base, pegando o conhecimento do sistema em que o smartphone funciona. Esses apps são mais completos e usufruem de todos os recursos oferecidos pelos sistemas. O ponto negativo é o preço e o alto nível de complexidade.

App em HTML – a utilização da linguagem em HTML permite que uma página já existente online seja adaptada para o mundo móvel com facilidade. A limitação de recursos é o ponto negativo, mas o preço é mais baixo e, principalmente, um app em HTML funciona em qualquer sistema.

Há ainda um terceiro movimento, no qual as empresas adaptam seus programas conhecidos nos computadores para um estilo mobile, para oferecer novas alternativas aos usuários de smartphone. É o caso da Microsoft, que preparou o seu famoso pacote Office também para celulares, por meio de atualizações na nuvem.

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Office 365 integra programas do pacote

Antes de entrar nessa nova era, é importante procurar conselhos de um consultor de marketing digital para entender se o mobile pode ajudá-lo a crescer. Estar conectado é essencial, mas saber onde atuar

Reclamações nas redes sociais: como lidar?

por agência Riot | Publicado em por

Desde que a mídia social se tornou um dos pontos de referência na Internet, muitos usuários conquistaram um poder até então desconhecido: o de reivindicar os seus direitos e fazer que empresas sejam manchadas por reclamações e casos de mau serviço. Com o tempo, esse poder fez com que marcas prestassem atenção nas redes, uma vez que tudo pode ficar mais difícil se uma onda de críticas não for abatida.

Para reclamar, as redes sociais mais acessadas acabam sendo o meio mais rápido. Usuários insatisfeitos usam suas influências online para repercutir uma crítica. Caso os outros se identifiquem com a mesma situação, a chance de viralizar a mensagem aumenta consideravelmente. Em pouco tempo, grande parte da rede já toma conhecimento de um caso e, consequentemente, passa a ver a empresa como grande vilã.

Além da mídia social, sites especializados na Internet também reúnem críticas e experiências ruins dos consumidores. O mais famoso deles é o Reclame Aqui, que já virou referência para usuários e fundamental na estratégia de combate de crise de empresas que voltaram a atenção para a web. Estes sites montam rankings e expõem marcas criticadas, fazendo com que as mesmas tomem providências para não manter o nome “manchado”.

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ReclameAqui permite dividir experiências negativas com as marcas

Mas como lidar?

As palavras de ordem para combater possíveis incêndios nas Internet são monitoramento e agilidade. Uma empresa precisa de um profissional que esteja preparado para detectar quaisquer críticas ou início de revoltas na rede. Usando ferramentas de social media, ou varrendo o perfil oficial nas mídias sociais com frequência, o profissional consegue ver as mensagens negativas e, partindo daí, agir o mais rápido possível.

Seja educado e procure ajudar da melhor forma. É importante que o usuário insatisfeito tenha garantias ou, ao menos, sinta que seu problema será resolvido com eficiência. Esta sensação é a garantia de que uma crítica não vá adiante e, consequentemente, pare de falar mal de uma empresa online.

Esta prática de estar atento e estabelecer um diálogo para solução de problemas recebeu o nome de SAC 2.0. O popular Serviço de Atendimento ao Consumidor pode ser feito tanto nas redes sociais, como em um blog ou página de contato da loja virtual.

Os números não mentem

Entre os variados estudos lançados para comprovar esse novo comportamento, um deles chama a atenção: o report RightNow Customer Experience Impact, da Oracle, destaca reações interessantes.

- 82% dos consumidores param de comprar com uma marca depois de uma experiência negativa;
- 50% dos consumidores esperam até, no máximo, uma semana por uma resposta para a sua reclamação online;
- Quando os usuários recebem uma resposta positiva, 46% se mostram satisfeitos e 22% até postam elogios posteriores na rede social.

Portanto, trabalhar a interação e ficar atento aos comentários na rede social é importante. Evite que seu nome seja manchado por um serviço ruim. Esteja pronto e mostre para seus consumidores que eles são importantes para o seu negócio.

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Evite frustrações com o atendimento ao consumidor (foto; Corbis Images).

Geração de leads facilita e pode nortear os rumos de uma empresa

por agência Riot | Publicado em por

Ao colocar uma empresa na Internet, não basta apenas deixar um site e alguns perfis nas redes sociais. É preciso pensar em uma estratégia, manter uma presença constante e buscar a interação com os usuários. Em resumo, quando uma agência de marketing entra em ação para ajudar uma marca, a seguinte pergunta já vem como regra: “qual o seu objetivo?”.

Em grande parte, as empresas buscam aumentar as vendas. Conquistar consumidores, no entanto, não é uma tarefa fácil. Na Internet, costumamos trabalhar as etapas que envolvem uma compra de maneira indireta, ou seja, monta-se um cenário favorável para a marca, reunimos possibilidades interessantes e, por fim, esperamos a ação do comprador.

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Um clique pode significar muito para o seu negócio (foto: Corbis Images)

Antes de se tornar um consumidor, o usuário pode ser classificado de duas formas: prospect e lead. O prospect é aquele que já teve contato com uma marca e está tentado a comprar, já o lead está conhecendo a empresa, deixa seus dados de alguma forma e precisa ser cativado para um segundo contato.

Existe um serviço oferecido na consultoria de marketing que visa justamente esta segunda classificação: a geração de leads. Com ela, a empresa tem em mãos uma boa base de dados, com nomes de possíveis interessados em seus produtos ou serviços. Estes arquivos podem servir para montar campanhas ou fazer um contato direto para oferecer vantagens para uma futura compra.

Gerar leads significa encontrar seu público-alvo de forma indireta. Empresas conquistam leads através de um brinde, um cupom desconto ou um e-book, por exemplo. Ao reclamar seu brinde, os usuários deixam um cadastro básico em troca e é esse conteúdo que torna o grupo como lead para esta empresa.

A grande vantagem de conquistar leads para seu negócio está na facilidade de comunicação. Com estes dados, você já sabe aonde ir, que público falar e como conversar para tornar o público um prospect e, posteriormente, um consumidor efetivo. Os leads servem também para otimizar uma área comercial, que pode ser moldada com base na quantidade de pessoas que precisam ser impactadas.

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E-commerces devem aproveitar a geração de leads para vender (foto: Corbis Images)

Mas não é só vender

Usamos, geralmente, a geração de leads para trabalhos em e-commerce ou serviços em geral. No entanto, esta prática pode ser adequada em vários segmentos. Pegando novamente o gancho da pergunta do primeiro parágrafo, leads podem ser gerados para qualquer objetivo.

Se um pesquisador precisa fazer um novo relatório, ele pode captar leads de interessados em responder futuros questionários. Se um hotel está planejando os próximos feriados, leads podem dizer qual será seu desempenho em termos de reservas… Um desenvolvedor pode ter a noção se seu jogo será um sucesso quando lançado, e por aí vai.

Trabalhe a geração de leads e pule uma etapa em favor de seu trabalho de marketing digital.

Engajar é preciso em uma estratégia de redes sociais

por agência Riot | Publicado em por

Para muitos profissionais de mídias sociais, a máxima do trabalho é engajar. Conquistar o engajamento do usuário significa conquistar possíveis clientes, gerar vendas e formar pessoas que se tornarão fãs da marca. Essa relação é conquistada com conteúdo de qualidade e facilidades que levem o usuário a sentir-se valorizado.

Exemplos de engajamento são comentários, menções, compartilhamentos e replicações que são feitos naturalmente. Antes de conquistar esse status privilegiado, é preciso cumprir as etapas iniciais: planejamento e comunicação.

O planejamento é a base crucial para que todo o restante do trabalho seja bem-sucedido. É nesse instante que a empresa precisa “se entender”, entender o terreno que está pisando e quem são os “moradores” desse ambiente. Traçar metas e objetivos são fundamentais para não perder o foco. Além de tudo isso, é preciso traçar o perfil do canal e qual será o público-alvo da ação.

Partindo de toda essa organização, é hora de pensar na estratégia de conteúdo. O que será compartilhado? Qual será o foco das postagens? Como eu pretendo agir para os meus seguidores: vou apenas vender, fazer ofertas e promoções ou buscar um diálogo para dar descontos e interagir com o usuário? Nesse segundo conceito, é fácil lembrar-se do Pinguim do Ponto Frio como o case mais famoso:

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Feito isso, é hora de agir para buscar o engajamento. O planejamento foi feito e a comunicação está sendo executada. A interação virá com o tempo, principalmente depois de um início favorável para a marca na mídia social. Lembre-se sempre de uma das regras básicas do trabalho nas redes: esteja sempre atento, ativo e não deixe o usuário sem resposta. O sentimento de estar sendo ignorado é extremamente prejudicial para uma empresa.

Mensurar é preciso

Existem ferramentas que analisam perfis e monitoram o desempenho nas redes sociais. Uma dica para ajudar você na primeira etapa citada nesse texto é a ferramenta Deep Data, da Riot. Ela possui uma base de dados com milhões de perfis e curtidas e, com ela, faz cruzamentos de informações a fim de encontrar o perfil ideal para uma estratégia – um grande auxílio e otimização do tempo no planejamento.

Utilize também outras ferramentas e monitore termos ou palavras relacionadas ao seu nome para buscar a interação rápida. O próprio search do Twitter é um exemplo simples de executar essa tarefa:

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De qualquer modo, envolva sua estratégia de marketing pensando sempre em engajar. Atente para o seu público, cuide das reclamações e interaja. Com conteúdo de alto nível, sua marca conseguirá uma boa imagem nas redes sociais.

Integração: uma das chaves do sucesso nas mídias sociais

por agência Riot | Publicado em por

O trabalho de uma empresa nas mídias sociais envolve muito mais que tentar aumentar os lucros. Estar em uma rede como Facebook ou Twitter demanda atenção e cuidado, pois o tratamento com usuários é direto e, como sabemos, são eles que vão decidir os rumos da marca online. Desagradar o consumidor é ruim, mas fazer isso online é ainda mais grave.

A missão da empresa nas mídias sociais é conversar e integrar. Manter um diálogo significa entender o que o usuário procura e fornecer um produto ou serviço de qualidade. Mais do que isso, é preciso desenvolver influenciadores – pessoas que passam a relacionar-se com a marca de maneira mais íntima, tornando-se fiel e recomendando produtos e novidades para seus amigos e conhecidos.

Essa passagem de conteúdo adiante é um dos objetivos que devem ser traçados por uma empresa online. Uma vez com o público integrado, a agilidade da informação gera novos interessados e, consequentemente, amplia a chance de conversão. Nesse ponto, influenciadores e novos usuários tornam-se um fio condutor. Dessa forma, a publicidade em mídias sociais passa a ser indireta. Cabe a empresa, no entanto, estar preparada para realizar um bom trabalho e manter o público satisfeito.

Todo esse cenário só é possível hoje por conta da popularização das redes sociais. Os números atuais são expressivos. O blog Digital Marketing Ramblings agrupou os dados das principais redes e obteve alguns números, como:

- 1,06 bilhão de usuários no Facebook, sendo 680 milhões no mobile;
- 500 milhões de pessoas no Twitter, com pouco menos da metade ativa diariamente;
- 340 milhões de usuários no Google+;
- 90 milhões de perfis no Instagram;
- 800 milhões no YouTube.

Recentemente, o renomado Wall Street Journal chamou o Brasil de capital mundial das redes sociais, destacando todos os números das redes no país, sem contar a febre de compartilhamentos e menções que um conteúdo pode ganhar em caso de viralização. O site de estatísticas Socialbakers definiu o Brasil como o local que mais cresceu no Facebook em 2012. O gráfico realmente impressiona:

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Hoje o país tem mais de 66 milhões de usuários no Facebook.

Esses números demonstram que conquistar a integração é importante para um trabalho online. A comunicação com os seguidores é fundamental, bem como o conteúdo que será apresentado. Pensar em estratégias eficientes, que busquem esse diálogo, é essencial para fazer essa ligação.

O foco é a conversa e a integração, mas não se esqueça de estar sempre pronto para responder dúvidas e comentários, ou o risco de fracasso pode ser crucial. Busque sempre a admiração do seu fã!

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Conteúdos variados podem facilitar o compartilhamento online

por agência Riot | Publicado em por

Existe uma máxima entre profissionais e usuários na Internet que toda empresa precisa estar conectada. Com as mídias sociais já populares entre todas as pessoas online, ter um perfil ou uma página de negócios na rede significa estar atualizado, antenado às tendências e acompanhando o consumidor.

Mas o erro nesta máxima está em apenas “fazer por fazer”. Ter um perfil porque todos os outros têm pode ser um tiro no pé. O que você vai oferecer para o consumidor? O usuário que te acompanha precisa de algo mais. Nessa hora, a estratégia e, principalmente, o conteúdo precisa ser levado a sério para que você não seja apenas uma marca fantasma na Internet.

As mídias virtuais vendem, mas também trazem visibilidade. A exposição é fundamental para que uma empresa seja bem vista e, consequentemente, acessada para futuras vendas e contratações de serviços. Para gerar esse barulho, conquistando menções e compartilhamentos, é preciso apostar em alguns estilos que funcionam em diversos nichos. Ser diferente e criativo também são características que devem ser levadas em consideração.

Vídeos

Fazer vídeos é uma boa forma de comunicação com o usuário. Pela possibilidade de criação extensa, é possível passar a mensagem de diversas maneiras. Uma peça publicitária, um review de produto ou depoimento de consumidores são alguns exemplos que podem ser explorados. Com a popularização do Youtube e suas ferramentas de edição e melhoria de um vídeo, investir nesse tipo de conteúdo pode ser bastante vantajoso para uma marca.

Diversas empresas têm apostado em contas no Youtube para atrair ainda mais os usuários. E-commerces, por exemplo, passam mais credibilidade quando agregam vídeos nas descrições de seus produtos. Se você tem algo a oferecer neste sentido, pense nessa alternativa. A Zappos, famosa mundialmente, aproveita bastante a ferramenta:

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Notícias

Apenas vender e fazer propaganda pode não atrair o consumidor. Uma das possibilidades é se tornar, também, uma boa referência em seu mercado de atuação. Para tanto, procure apresentar notícias em um blog dentro de seu site ou loja. Aproveite para divulgar esse conteúdo nas redes sociais e mostrar para o seu seguidor que, além de comprar, é possível se informar em seus canais online.

Infográficos

Nova sensação e tido como tendência para 2013, o infográfico pode ser muito bem explorado como conteúdo que gera fácil compartilhamento. Reunir diversas informações em imagens – e apenas em uma peça – chama a atenção e, se o tema for curioso e as imagens bem trabalhadas, facilmente vai fazer sucesso. É importante lembrar que o infográfico deve vir acompanhado de códigos de embed e botões de compartilhamento, para facilitar a divulgação.

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Exemplo de infográfico(fonte: behance.net)

O Conteúdo é importante, p%&¨*!

Não são apenas esses exemplos que devem ser explorados em um trabalho no marketing digital. É preciso sempre ser criativo e pensar na exclusividade. Valorizar o usuário que está online é essencial e, por isso, pensar em novas saídas deve ser uma tarefa constante das marcas na Internet.

Marketing digital segue como tendência em 2013

por agência Riot | Publicado em por

O ano passado, 2012, foi impressionante para o consumidor fã de tecnologia. Novos produtos,
tendências e inovações marcaram os últimos meses e deixaram os usuários animados com as
possibilidades que vieram com a entrada de 2013.

A área móvel foi uma das que mais recebeu evoluções. Não é difícil lembrar-se dos
lançamentos marcantes das rivais Apple e Samsung que, em 2012, colocaram no mercado o
iPhone 5 e o Galaxy SIII, respectivamente. Aparelhos cada vez mais evoluídos, leves e bonitos
foram parar no bolso dos consumidores.

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iPhone 5 é a nova aposta da Apple para 2013.

A evolução das conexões online também favoreceu o mercado de smartphones. A
possibilidade de se manter conectado praticamente por 24h fez com que a área de aplicativos
também crescesse. Empresas e profissionais especializados em criação e desenvolvimento de
apps ganharam notoriedade e a tendência é que, neste ano, este nicho seja ainda mais
buscado. O número de usuários conectados via móbile só aumenta e, por isso, as marcas
querem esta adaptação.

O consumidor evolui

Nem é preciso citar o quanto o consumidor já investe no comércio eletrônico. Os antigos
receios com entrega e segurança foram eliminados e, com a popularização das mídias sociais,
a ligação entre lojas-usuários ficou bastante próxima. Promoções exclusivas e lançamentos de
novos produtos se tornaram ações básicas para marcas que estão nas redes e, ao mesmo
tempo, os usuários conquistaram um importante meio para reclamar seus direitos e protestar
por um serviço ruim ou uma má experiência com determinada loja.

Manter um bom relacionamento com o cliente é mais uma tendência para 2013. Com a mídia
social ao lado do comprador, é preciso estar preparado para críticas e estar sempre pronto
para reagir em caso de algum questionamento ou crítica. Ainda que essa recomendação não
seja nova, com o número de pessoas conectadas aumentando cada vez mais, é importante
estar preparado e ligado nos comentários do público.

Saber valorizar e entregar produtos exclusivos também podem ajudar as marcas. Ainda que
estejamos no início de 2013, vale a pena já citar o case do Guaraná Antarctica e suas latas
azuis, comemorando os 10 milhões de fãs em seu Facebook. De quebra, a empresa ainda
publica fotos dos consumidores que acharam e compraram as latas comemorativas:

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Uma empresa de marketing digital também segue como tendência para 2013. Dado esse
cenário apresentado, com as redes sociais cada vez mais presentes e os consumidores com
novas tecnologias para acessar e comprar online, é importante para uma empresa ter a
parceria de uma agência especializada, que pode oferecer conhecimento e novas estratégias
para uma boa publicidade online.